2007-01-11


fotografia de da


20 comentários:

alice disse...

agradeço as vossas visitas e comentários. estas palavras são dedicadas a todos os que leram e acompanharam este blog. a todos os que me proporcionaram um sorriso ou uma lágrima de emoção. e a todos os que me incentivaram a continuar. aqui escrevi e amei as palavras. aqui fui feliz. muito obrigada. bem hajam. beijinhos *

melgadoporto disse...

"Acordou para mais um dia, desanimado, e tudo o que queria era não viver. Ergueu-se e, pouco a pouco, despertou finalmente, animado, tudo o que mais queria era morrer noutro dia. A moral desta história é tão pequena como ela, mais é mais, ainda que às vezes seja demais" - Luís Ene
Com uma lágrima de emoção, deixo-te este texto. Escolhido por isso mesmo...

Anónimo disse...

Só Deus perdoa, mas não sei se perdoa gente má, que magoa os outros. E cria conflitos.

Anónimo disse...

Deus não perdoa este ou aquele...a bondade D'Ele é perdoar todos...mesmo os mais levianos anonymous...

legivel disse...

Também te agradeço (e não esqueço) o modo como me acolheste neste espaço com comentários desajustados ao teu registo, mas onde a ironia, a boa-disposição e o prazer de "dialogar" com honestidade te ofereci sem reservas.

Um beijo muito grande jovem Alice.

Y. disse...

Li,
que te dizer que já não tenha escrito...?


____________

obrigada.
(adorei a minha prenda de hoje...).
____________

estarei sempre aqui. ou por onde quiseres e achares que...!


o outro Lugar está belíssimo.

mas já se esperava não É?

o resto? o resto és Tu.~


a V O A R.



beijo.

Presença disse...

Tudo é digno de quem escreve e ama as palavras nessa tua liberdade...


Bj

Amaral disse...

Palavras soltas no sussurro da criança que temos (sempre) dentro de nós!...

amigona disse...

Que posso dizer? Que te agradeço o tempo que perdeste comigo? Que gosto muito de te ler? Que gostava muito de continuar contigo? Beijo, amiga e tudo,tudo de bom para ti...

pn disse...

para ondes levas teu dizer?

.: jigoku :. disse...

não perdoo... eu não perdoo.
pelo simples facto de que não há nada a perdoar.

:)

Cecilia Cunha disse...

Olá Alice!
vim cá ler-te e vejo que vai voar!
Deixo-te um beijo na esperança que em breve me indiques o teu novo espaço
Fica

Mendes Ferreira disse...

querida Li...tens uma pergunta a responder no blog do PN.Brevitas...


parece que não me fiz entender....:)))))


beijos...


algures num post de ontem...

Anónimo disse...

não sou.

quem dera...:)


mas é basto bom ouvi-lo. de si.



um rio de beijos.


Y.

Amaral disse...

Hoje, o meu comentário é bem curto:
"Faz feliz a parte de Mim que és tu!", que talvez queira dizer: "alice, faz Deus feliz!"
No meu sítio, tentarei explicar!...

Anónimo disse...

Quer dizer, magoam-se e malipulam-se as pessoas, e depois com a carinha de hipocrita dizemos: perdoa-me.
Que facil...

pn disse...

Olá Isabel de Penafiel...

Primo:
A tua escrita é fulgurante.
Secundo:
Para onde te mudaste?
Tercio:
A Carol é ninguém sabe quem.Será de Viseu, por alguns indícios perdidos. Criou um blog vazio e comenta com registos plurais. Ora é menina tímida. Ora é langorosa imagem de vénus. Ora muito "burrinha", ora é mademoiselle-je-sais-tout. É uma allumeuse povocadora. Isto partindo do infundamentado princípio de que é mulher...
São as surpresas/net. Enquanto se mantiver "legível" deixo-a pousar, se "variar" interdito-lhe a entrada. Até agora, salvo um deslize ou outro, mantem-se um pequeno "interesse".
Reitero parabéns pela tua fulgente escrita!
bisou
paulo

Y. disse...

e o Paulo disse!

:)))))))))))

bisou. também.

escrita fulgurante? Como é que ele descobriu? (brinco...já se vê...)

fulgurantérrima.

(eu já tinha dito..:))))).


estive a ver a sua amiga de Londres....lá...

uma beleza....

obrigada....Doce Li.




P.S. O Paulo é um magnifico Poeta.

MOLOI LORASAI disse...

fera fosse
este poema
diante da chama
a tensão
como a câmara
que flutua
ao filmar
em silêncio
o vazio
do vão

poema na íntegra de Moloi
in A Arca de Poé 2001

Anónimo disse...

"O Amor Verdadeiro não é baseado no apego, mas sim no altruismo. Neste caso, a nossa compaixão mantém-se como uma resposta humana ao sofrimento enquanto os seres continuam a sofrer."

Dalai Lama